Mostrando postagens com marcador dica de mecanica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dica de mecanica. Mostrar todas as postagens

março 27, 2010

Dica :"É preciso ficar de olho na troca de óleo"

Você chega ao posto para abastecer, e o frentista faz a indefectível pergunta: “Quer dar uma olhadinha no óleo, doutor?”. Pois saiba que qualquer pessoa que entende o mínimo de lubrificação tem arrepios em pensar que os dedos do profissional que trabalha em um posto faz as vezes de viscosímetro.

Da mesma forma, não faltam histórias de pessoas que chegam a rodar 80 mil quilômetros sem nem lembrar que existe óleo a ser trocado. Ao serem indagadas, respondem com uma outra pergunta: “Óleo? Precisa trocar o óleo?” Ou de místicos, que acham que haverá melhor rendimento se a troca for em noite de Lua cheia.

Para tirar uma série de dúvidas a respeito daquela série de letras e números que aparecem nas embalagens de óleo, Interpress Motor fez uma série de perguntas, respondidas por Rogério Ludolf, membro da Comissão Técnica de Combustíveis e Lubrificantes da SAE Brasil, com colaboração de Maurício Leibovitz, da Shell. Confira as questões e, se sua dúvida não estiver entre elas, escreva para nós!


> Quantos tipos de óleo de motor existem? Como são eles?
Os óleos são caracterizados por suas especificações. Para melhor defini-los, precisamos observar três aspectos:

1) Especificação de desempenho - a mais tradicional é a API (Instituto Americano de Petróleo), mas existem especificações européias, como Acea e as respectivas de cada montadora. Para API a especificação mais moderna é a SM, que está sendo introduzida no Brasil, principalmente para produtos de alta performance, uma vez que requer óleos básicos especiais.

2) Especificação de viscosidade - regulada pela SAE (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), há basicamente dois grupos, o de monoviscosos (como 30, 40 e 50) e multiviscosos (como 20w50, 10w40, 5w40); os multiviscosos têm maior capacidade de resistir à variação térmica dos motores, apresentando menor redução de valor quando do aumento da temperatura.







Veja o restante da materia AQUI!!!

fevereiro 28, 2010

Dar "Estralo" na moto estraga o Motor???



Eis a resposta:
O Estouro
Quando o motor está em funcionamento, o movimento do pistão faz com que seja “sugado” para a camâra de combustão a mistura fresca ( mistura de ar +gasolina em vapor, antes da queima), esta mistura é detonada pela faísca da vela de ignição. Ao funcionar o motor e desligar a chave ou o stop ignition, acontece que a vela não envia mais faísca, mas o motor ainda está girando, este movimento do motor resulta em um acumulo de mistura fresca na camâra de combustão e também no escapamento. É nesta hora que se liga novamente a chave ou o stop ignition, e a vela retorna a soltar faísca queimando o excesso de mistura fresca que está acumulada, com isso ocorre uma explosão grande.
Danos prejudiciais
A grande explosão que ocorre, resulta sim e danos para a sua moto. Primeiramente e menos importante no pistão, pois o mesmo recebe um impacto fora do normal para o que foi dimensionado. Em segundo lugar, as válvulas de escape também sofrem com o impacto e podem ocorrer pequenos empenos nas válvulas. Em terceiro lugar o cano de escapamento, o qual ocorre ruptura das paredes, e também superaquecimento dado que muitas vezes chega a sair fogo pelo escapamento. E para terminar, o sistema do motor em um todo, acaba sofrendo, podendo ocasionar um desgaste prematuro.